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Governo do Rio de Janeiro sobre a mira do STF

  • 5 de jul.
  • 1 min de leitura

O Xadrez Fluminense: Fachin move a peça decisiva no STF sob a sombra de um jogo de cena

Nos bastidores da mais alta Corte do país, o tabuleiro político ganhou novos e complexos contornos. O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, agendou para o dia 19 de agosto a retomada de um julgamento crucial: o formato da eleição para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro. Contudo, longe de ser apenas um rito burocrático, o movimento de pinça expõe uma intrincada coreografia de poder.

Conforme a análise cirúrgica da colunista Malu Gaspar, a decisão de Fachin funcionou como o ato final de um verdadeiro teatro de sombras. Uma influente ala do tribunal costurou uma estratégia de bastidores — um legítimo "jogo de cena" — desenhado sob medida para sufocar o nascimento de um pleito suplementar nas urnas populares. A paralisação anterior do processo, provocada pelo pedido de vista do ministro Flávio Dino, foi apenas a cortina que se fechou temporariamente antes do clímax.


 
 
 

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